A Moda, ou modo, de AMAR.

Hoje bem cedinho, depois de fazer o café, comprar pãozinho (amo pães, ou melhor, venero) na padaria bem na esquina da minha casa, levar essa dupla delícia de cada dia para minha mãe (um ritual para D. Ilça, meu encanto) que começa a despertar de noite de sono tranqüila, ler "O Diário" e me deliciar com mais uma crônica de Silvinha Salgado, sento-me diante do Note, dou uma verificada no blog e começo a navegar em algumas postagens de outros blogs. Vejo que no "Privée", da queridona Priscyla Bezerra, tem a sua declaração explícita do sentimento maior de mãe e filho, que é único é incondicional (só Deus para explicar). No "Maria Sophia", da Silvia Braz (amore mio), fotos lindas do batizado de sua sobrinha, filha da Maria (sua irmã) e do Fernando (parabéns pelo ser lindo que colocaram no mundo!) em momento amor de família, união, tradição, abençoado por Deus e bonito por natureza. Vou em frente buscando no blog "Pedaços de Mim", da Neusinha Siqueira, alguns textos poéticos do pai Walter (tem vários lindos) e vejo o post de uma crônica de Arnaldo Jabor sobre a (in)definição do amor http://neusinhasiqueira.blogspot.com/2010/06/definir-amor-e-uma-coisa-muita.html. Aí meus queridos, de coração palpitando com força, seguido de um suspiro dobrado, agradeço a Deus por mais um dia. Peço força e tolerância e, como num relâmpago iluminado, penso: "nem tudo está perdido". Ufa! Bom dia pra todos. Amor e luz.  

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